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 Vamos escrever juntos uma nova página da educação brasileira.


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 APRENDIZAGEM SISTÊMICA

 

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Ensinando Inglês para alunos Japoneses com as Estruturas Kagan
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Eu ensino Inglês no Japão por quase 20 anos.

Lecionei nos primeiros e últimos anos do ensino fundamental e médio, e atualmente leciono no ensino superior.

Antes de começar a estudar sobre o Kagan, eu fui observada em minha universidade por um instrutor do CELTA (Certificate in English Language Teaching to Adults).

O instrutor reportou que havia uma ligação entre mim e meus alunos, porém não havia entre eles.

Eu estava ciente da situação, mas confusa sobre como solucionar isso.

Eu já tinha tentado trabalhar em pares e com projetos em grupo, mas sentira que não funcionara bem ou levara muito tempo da aula. Uma das minhas colegas tinha alguns pôsteres do Kagan na sua sala.

Então, comecei a aprender através dela e conduzi algumas atividades cooperativas, as quais eu ainda não pude chamar de estruturas.

Além do mais, eu também pude encontrar várias teorias de aprendizagem cooperativa no meu curso de graduação.

Após alguns anos tentando algumas atividades cooperativas, eu me tornei mais e mais interessada nas Estruturas Kagan.

Eu decidi pagar do próprio bolso a Winter Academy tour do Kagan em 2011, um curso intensivo de formação nas estruturas Kagan.

Mesmo o Inglês não sendo minha primeira língua (e sim o japonês), por conta das instruções claras da Sra. Laurie Kagan e a maneira efetiva dela ensinar, fui capaz de acompanhar a série de workshops sem problemas.

Nessa semana, eu aprendi o significado das estruturas e da PIPA, os quais antes eu não tinha entendido completamente.

Quantos professores participaram na semana de workshops, tanto particularmente ou forçados, e de fato saíram com algo valioso que podem utilizar em suas salas de aula?

No meu caso, muitos cursos e workshops não se aplicaram, pois minha situação ou a dos alunos não eram a mesma.

Eu iria adquirir conhecimento e algumas ideias porem eu não poderia utilizá-las de fato com meus alunos. Porém, as estruturas Kagan eram totalmente diferentes.

Durante a semana de workshops, tivemos a oportunidade de refletir sobre as estruturas e como nós poderíamos aplicá-las em nossas aulas.

Além disso, nós escutamos de outros professores e como eles poderiam utilizá-las e isso engatilhou ainda mais ideias.

Estava ansiosa para voltar ao Japão e aplicar as novas estruturas e ideias que eu aprendera.

Comentários dos alunos sobre a utilização das Estruturas Kagan

“Eu sou capaz de pensar no conteúdo da leitura e no significado das palavras com outros membros do meu grupo.

Se eu faço isso sozinho, eu apenas memorizo as palavras e não penso a fundo sobre a leitura.”

“Não é apenas colocar algum conhecimento dentro do meu cérebro; eu de fato penso sobre o assunto ao me comunicar com os outros.”

“Não é sempre fácil trabalhar com os outros, porém é divertido trabalhar com os outros.”

“Se existe algo que não entendo, eu posso perguntar aos meus colegas de grupo.

Eu também fiquei feliz por conhecer melhor outros alunos.”

“Quando eu penso em matar aulas, eu sei que existem colegas de grupo esperando por mim, então eu não perco uma aula por nada.”

“Existe sempre alguma coisa para ensinar ou aprender em um grupo.

Nós desenvolvemos um bom relacionamento com os colegas.”

“Se eu estou trabalhando sozinho e me deparo com algo que não entendo, então eu paro de pensar ou não falo nada, porém em um grupo, eu posso conversar e perguntar.”

 “Já que eu venho estudando sozinho, eu não percebia o quanto eu poderia aprender ao estudar com os outros.”

As turmas que eu leciono hoje em dia são principalmente de língua Inglesa, cujo principal objetivo é aprender estratégias de leitura e vocabulário.

Porém, a maioria dos alunos não está interessada em aprender Inglês, então o nível de motivação deles é baixo.

A programação do curso é metade fixa e metade flexível. Eu tenho aproximadamente 30-50 alunos por turma.

Como professores, não temos escolhas de livros didáticos, o número de unidades que temos que abordar por semestre, nem a gramática e vocabulário principais requeridos em cada unidade.

É tudo determinado previamente.

Todos os alunos precisam fazer os exames finais, que representam de 40 a 50% da avaliação total.

Portanto, sob essa situação um tanto quanto rígida, a única coisa que eu tenho controle é a maneira em que eu ensino e a maneira em que meus alunos aprendem.

Então eu inseri as Estruturas Kagan nas minhas aulas. 

Em cada uma das unidades de nossos livros, existem trechos de textos, vocabulário, gramática e estratégias de leitura.

As estruturas Kagan são flexíveis, então eu encontrei vários pontos para inseri-las nos meus planos de aula.

Elas também são repetíveis, então uma vez que você utiliza algumas estruturas para uma unidade, você pode repetir a mesma estrutura com conteúdo novo o que torna o planejamento fácil.

Além do mais, os alunos se tornam mais e mais familiarizados com as estruturas, e isso faz com que o tempo requerido para introduzir a estrutura diminui, aumentando o tempo de aprendizagem.

Antes de todo exercício de leitura, os alunos desenvolvem uma atividade de pré-leitura em grupo ou em pares, utilizando uma Roda Viva ou uma Dupla Dinâmica.

Por exemplo, antes de lerem um texto sobre a utilização e a poluição da água, os alunos tentam adivinhar quantas banheiras cheias de agua são necessárias para produzir um simples hambúrguer.

Eles revezam a vez colocando usas ideias e então chegam a um consenso como um time.

Após tentarem adivinhar, eu digo aos meus alunos que a resposta está no texto em que eles estão prestes a ler.

Cada aluno, espontaneamente, abre o livro para procurar a resposta e discuti-la com os colegas do grupo.

Obviamente, muitos professores desempenham atividades de pré-leitura com os alunos como eu fazia antes do Kagan.

Porém, sem a estruturação cooperativa, a atividade não é rica nem interativa.

Em grupos e pares, os alunos expressam suas ideias, elogiam os colegas, brincam.

O componente cooperativo cria um ambiente de aprendizagem positivo o qual aumenta o aprendizado de uma língua e estimula a motivação deles pela leitura.

O próximo estágio da aula é para os alunos adquirirem novo vocabulário.

Cada aluno encontra a palavra em Inglês da tradução em japonês presente no texto.

Eu falo para eles fazerem isso independentemente, mas após o tempo dedicado se esgotar, eu faço com que eles verifiquem as respostas utilizando uma Mesa Dupla.

Após praticar a pronúncia das palavras novas e receber feedback, eu faço com que os alunos desenvolvam mais uma Mesa Dupla.

Um aluno diz uma palavra e o seu companheiro a repete.

Ao fazerem isso, às vezes se deparam com erros apenas copiando as palavras do texto.

Esses trabalhos em grupo ou em pares com estruturas funcionam muito bem para proporcionar feedback dos colegas e estabelecer papéis onde os alunos representam o desempenho e a aprendizagem.

Após os alunos lerem em voz alta junto comigo e fazerem leitura em pares, eles fazem uma atividade de rotação Roda Viva, revezando o papel de leitor e tradutor.

Em um grupo de 4 pessoas, o alunos número 1 lê uma sentença. Em seguida, o aluno número 4 traduz.

O alunos número 2 lê a próxima sentença. O aluno 3 traduz.

Os alunos alternam os papéis após cada sentença.

Isso também pode ser realizado em pares, porém, eu gosto de grupos de 4 pessoas, pois enquanto o leitor e o tradutor estão desempenhando seus papéis, os outros integrantes do grupo podem ajudar na correção da leitura e/ou tradução.

Antes de eu ter estruturas, eu somente chamava um aluno de cada vez para ler e traduzir.

Agora, graças as estruturas Kagan, minha turma é ativa e altamente envolvida. Ao invés de envolver somente um aluno por vez, eu estou envolvendo a sala inteira. 

Os alunos também gostam da estrutura Quiz-Quiz-Troca.

Existe um pequeno teste após cada unidade. Eu proporciono tempo para eles se prepararem para o teste utilizando o Quiz-Quiz-Troca.

Trabalhando independentemente, os alunos podem estudar em casa antes do teste.

Porém com a Aprendizagem Sistêmica os alunos têm o benefício de utilizar os colegas de classe como recursos para ajuda-los a aprender.

Eles me dão um feedback totalmente positivo sobre estudar utilizando as cartas, ensinar  uns aos outros, e reforçar o que aprenderam.

O Quiz-Quiz-Troca talvez seja a estrutura favorita dos meus alunos também porque é possível visualizar como é útil quando os alunos ensinam uns aos outros.

Eu aprendo com eles também. Eles possuem estratégias para ensinar e motivar uns aos outros.

Aqui estão as estruturas que eu frequentemente utilizo nas aulas e como eu as utilizo: Dupla Dinâmica Roda Viva Roda de Papel Ciranda Cartão-Ação Pare e Compare Várias cabeças, uma sentença! Preparar, apontar , encontre o par! Quiz-Quiz-Troca.

Pesquisa com os alunos

Após um semestre utilizando as Estruturas Kagan, eu conduzi uma pesquisa para obter feedback dos meus alunos e como eles se sentiram trabalhando juntos. Aqui estão os resultados:

Claramente, os alunos gostam da Aprendizagem Sistêmica.

93% dos alunos dizem que eles gostam ou gostam muito.

Somente 7% não gostam muito.

Nenhum aluno disse que não gosta de maneira nenhuma.

90% escolheu a Aprendizagem Sistêmica ao invez do aprendizado individual.

A maioria esmagadora dos alunos prefere a Aprendizagem Sistêmica a aprenderem independentemente.

Conclusões

Alunos Japoneses e as Pessoas japonesas no geral tendem a serem muito harmoniosas.

Porém, quando o assunto é trabalho em grupo, eles tendem a ser muito quietos e reservados em termos de expressão de sentimentos, especialmente se esses sentimentos contradizem os de alguém.

A cultura é muito respeitosa e os alunos tendem a guardar suas ideias.

Enquanto essas podem ser qualidades boas para algumas áreas, a retenção pode impedir ou interromper o aprendizado da língua estrangeira.

As Estruturas Kagan serviram como um corretivo brilhante nas minhas aulas.

Alunos são e estão encorajados a desempenharem seus papéis, a serem expressivos, a ajudar o próximo.

As estruturas encorajam a participação ativa de todos os alunos.

Em algumas turmas em algumas universidades japonesas, os alunos dormem na sala.

Isso simplesmente não acontece nas minhas aulas.

Quando eu praticava a aula com a sala toda (método tradicional) eu apenas envolvia um aluno de cada vez.

Motivação e entusiasmo eram muito menores.

Eu gosto que os meus alunos estejam totalmente envolvidos e que vão embora da aula cansados, porém de um jeito bom.

Eu sinto que com as Estruturas Kagan, eu finalmente consegui criar uma relação de profissionalismo com meus alunos, que estava faltando antes da aplicação das Estruturas Kagan.

Na Aprendizagem Sistêmica, os alunos são mais ativos e possuem mais oportunidades para interagirem com o material de leitura e também uns com os outros. 

Com a Aprendizagem Sistêmica, existe uma retenção e memorização muito maior.

Eu agora estou lecionando em uma sala das que já passaram pela Aprendizagem Sistêmica.

Eu tenho, nesta sala, 2 alunos que estiveram comigo o ano passado.

Os outros foram alunos de outros professores.

Meus alunos claramente se lembram do conteúdo; os outros não conseguem se lembrar do que leram no ano passado, apesar de terem tido o mesmo currículo.

Eu atribuo essa diferença a quão envolvidos os meus alunos estão envolvidos com a leitura ao invez de serem alunos passivos em outras turmas.

Ao utilizar as Estruturas Kagan, meus alunos se sentem que estão do mesmo lado.

Eles estão lá para ajudar e dar suporte aos colegas de turma.

Até mesmo quando um aluno está estudando sozinho, ele sabe que seu aprendizado será útil para os outros colegas na hora do trabalho em grupo.

Todos sentem uma ligação forte entre os colegas de grupo e tratam a contribuição em ajudar os colegas a aprender como uma responsabilidade pessoal.

Atualmente, a empresa Planeta Educação realiza esse trabalho em municípios do estado de São Paulo, em parceria com a Kagan Publishing, aplicando a Aprendizagem Sistêmica no ensino de língua Inglesa, para alunos do Ensino Fundamental I.

Fonte: http://www.kaganonline.com/online_magazine/special_article_4.php

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